Um novo comentário iluminado!

voce nao esta só

O que se segue é um novo comentário do divino personagem Gustavo Souza, o querido Amigo Gugu, agora sobre o texto “Você não está só”, publicado no Templo dos Iluminados em  http://busca-espiritual.blogspot.com.br/2013/11/voce-nao-esta-so-nucleo.html

Gugu disse sobre o seguinte trecho do texto “Você não está só”:

O presente texto diz:

“O pensamento divino acima foi percebido por um ‘personagem consciente’.

Esteja você também consciente de que Deus é Onipresente. Por ser Onipresente, está também em você. Reflita sobre estes pensamentos divinos até perceber algo. Quando perceber esse “algo” saberá que é uma mensagem divina especial a você!”

{ Agora vejam o comentário iluminado dAquele que aparece como Gugu:}

O cerne de todo este texto está expresso no trecho acima destacado: é necessário estar consciente de que Deus está presente também em você. Aproximamo-nos dessa consciência à medida em que aceitamos que Deus é onipresente e que, por isso, ele tem de estar aparecendo também como o nosso ser.

Todo este universo percebido pelo personagem (através da mente e dos sentidos corporais) é uma representação, da mesma forma que todo universo dos quadrinhos da “Turma da Mônica” é também uma representação. Se você puder compreender que o Maurício de Sousa se faz presente em cada um dos personagens tão só pelo fato de desenhá-los/concebê-los, você entenderá. É impossível um personagem dos quadrinhos existir sem uma vinculação com o Maurício de Sousa neles. O Maurício de Sousa está presente em cada forma/desenho que ele concebe nos quadrinho. Da mesma forma, é impossível existirmos nesta representação sem que Deus esteja em nós, concebendo cada detalhe de nosso ser e de nossa existência a cada instante. Um silêncio contemplativo é tudo o que é necessário para intuir a presença do Ser existindo “por detrás” e ao mesmo tempo em todo o universo da representação. Deus está aqui! O próprio fato de você estar aqui, vivo, neste instante, é a prova de que é Deus Quem está fazendo tudo isso. A questão é: você se dispõe a criar uma abertura em seu ser/consciência para perceber (deixar) Deus se revelar neste universo da representação? Agarrados à visão de nossas mentes de personagens, perceberemos como se o universo da representação existisse de forma fragmentada, talvez aleatória e caótica. Contudo, se silenciarmos a visão mental, e permitirmos a emergência da visão consciencial (não somos nós que a controlamos, a percepção consciencial emerge em nós conforme a vontade do Ser Real, Único, Onipotente), o universo se revela sendo não uma simples representação, mas uma representação divina conduzida e cuidada pelo Ser Real, que atua em tudo e através de tudo. Contudo, esses fatos somente são revelados à nossa percepção (e experiência) quando estamos estabelecidos na visão consciencial. Este universo é muito divertido. O universo não é o que parece ser. A qualquer momento o Autor pode fazer uma reviravolta completa no enredo que ocorre na representação, e tais reviravoltas são percebidas por aqueles que cultivam um contato constante com o Autor onipotente e onipresente, que realiza a representação.

Aceite a onipresença de Deus aparecendo como cada elemento da vida e do ser do personagem que você está representando. E perceba este algo importante: a consciência com que percebemos a existência (da representação) é um elemento da representação assim como o corpo de nossos personagens também é um elemento da representação. Um personagem é um elemento da representação, uma árvore é outro elemento da representação, uma pedra é outro elemento da representação, e assim por diante. Existem também elementos da representação que não notamos quando, por exemplo, lemos uma “história de quadrinhos”. Quando vemos um personagem desenhado nos quadrinhos, notamos seu rosto, roupas, sapatos, tamanho, etc. Se o personagem está de olhos abertos, notamos os olhos, mas não nos atentamos para a “visão” que existe e atua nos olhos do personagem. Essa “visão” (que é invisível aos olhos de quem lê a história em quadrinhos) também é um elemento da representação tanto como o é os olhos, braços e pernas do personagem.

Agora o ponto: Nossas consciências de personagem. O Autor tem o poder de atuar em qualquer elemento da representação. Com seu pincel, Ele pode mexer nas roupas do personagem, na pedra, na folha de uma árvore… e também na consciência do personagem. A percepção da Consciência do Ser surge EM nossa consciência – também elemento da representação. A percepção mental é substituída pela percepção consciencial.

O Autor pode tudo isso, pode colocar a percepção consciencial em nossas consciências, porque ele é onipotente no que se refere a toda a representação. Assim, contemplemos essas ideias. Se forem devidamente contempladas, elas criam uma espécie “vácuo” em nossa consciência de personagens (percebemos que nossas consciências/mentes de personagens – e as percepções delas decorrentes – não são tão substanciais quanto parecem), o que faz dar vazão ao surgimento de uma outra percepção. Essa percepção é a percepção que emerge do Ser, e Ele o faz em nós.

Em verdade, Deus é Quem tudo realiza. Nós, de nós mesmos, somos incapazes de qualquer coisa (contudo, a visão mental não percebe assim, ela realmente tem a sensação de que pode realizar por si mesma).

Namastê!

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