Soham

deusa

“Um eremita, certa vez, encontrou a deusa da cólera na estrada, voltando de uma aldeia onde ela havia diminuído a população.
Ele perguntou-lhe quantos ela tinha tomado em seu colo. Ela respondeu: “Apenas dez”. Mas, verdadeiramente falando, foram cem vítimas.

Ela explicou: “Eu matei apenas dez; o resto morreu de medo!” O homem é Atmaswarupa (Eu encarnado), isto é, Abhayaswarupa (Ausência de medo encarnado). Se você apenas conhecer sua verdadeira natureza, você não dará qualquer espaço para fraqueza ou covardia. Esse é o objetivo principal da cultura – cultivar calma mental e coragem, fazer todos sentirem parentesco com todos os outros.

Você nasce com o choro “Koham” (quem sou eu?) em seus lábios; quando partir,
você deve ter a afirmação “Soham” (Eu sou Ele) em seu rosto sorridente. ”

Através de Sathya Sai Baba

2 thoughts on “Soham

  1. Caros personagens despertos!
    Soham é uma meditação ensinada por Sai Baba.
    Então, compartilho algo sobre Meditação…
    Meditação é o outro nome da “percepção consciencial”!
    É a percepção de Quem você É pela Consciência do Ser…
    Meditar é estar consciente! A questão é: Quem medita?
    Chegar à essência da meditação é estar consciente de “Quem faz” e fazer como um grande sacerdote Zen que tinha o hábito de dizer em voz alta: “Meu Senhor, meu Senhor!” para si mesmo e de responder também por si mesmo: “Pois não, estou aqui, estou aqui”.
    Escreve Masaharu Taniguchi que: “Nós, adeptos da Seicho-No-Ie, chamamos a nós mesmos, mentalmente, “Filho de Deus, filho de Deus!”, e respondemos, também mentalmente, “Estou aqui, estou aqui”. Mesmo caminhando pela rua pensamos: “Eis um filho de Deus caminhando…”
    [ Do livro “A Verdade da Vida”, volume 23, página 101 ]
    Aquele que medita percebe, desfruta e compartilha…
    Sakyamuni e Masaharu Taniguchi meditaram e assim se “iluminaram”, ou seja, assim eles perceberam Quem São e passaram a compartilhar esta percepção; a ensinar um tipo de meditação, que é o caminho para a iluminação.
    A mais elevada percepção compartilhada por Jesus é esta: “Eu Sou o caminho, a Verdade e a Vida; ninguém vem ao Pai senão por Mim.”
    Esta é uma “percepção consciencial” compartilhada por Jesus. Toda “percepção consciencial” é real não apenas para quem a tem, quem percebe, desfruta e compartilha; mas, também, é real especialmente para quem percebe!
    Por ser uma “percepção consciencial” é viva e atemporal. Então é sempre válida! É tão real quando Jesus percebeu quanto no momento em que você a perceber… Enquanto a perceber mentalmente ela dirá respeito apenas a Jesus e será um motivo de divisão entre cristãos e não cristãos.
    Mas no momento em que a perceber consciencialmente, da mesma forma como fez Jesus, ela dirá respeito a você, e será um motivo de união entre Cristo e a humanidade…
    Assim, a percepção de que “Eu Sou o caminho, a Verdade e a Vida; ninguém vem ao Pai senão por Mim” revela que:
    “No eterno agora sei Quem Sou e percebo que o Eu real é o Caminho, a Verdade e a Vida; ninguém vem a perceber o Ser Real senão por esta percepção atemporal sobre Si.”
    A “percepção atemporal sobre Si” leva Sakyamuni a dizer: “Eu Sou Buda!”
    Esta mesma “percepção atemporal sobre Si” também leva Masaharu Taniguchi a dizer algo sobre o que Jesus disse:
    “Quem assim falou não foi o Cristo carnal, mas sim o Cristo-Verdade, que “existia antes que Abraão existisse”, que há cerca de 2.000 anos se manifestou através do Nazareno, e que agora se manifesta através de mim e dá testemunho do Pai Verdadeiro… ”
    [ Do livro “A Verdade da Vida”, volume 23, página 100 ]

    Deus sempre Se manifesta “através de” um personagem que compartilha essa Verdade, seja ele Sakyamuni, Jesus, Masaharu Taniguchi; ou eu, você, ou outro personagem!
    É irônico que quando Deus assim Se manifesta as pessoas dão ênfase aos personagens e não à percepção que estão compartilhando, ou elas simplesmente os desprezam…
    O mais irônico disso tudo foi ler que Masaharu Taniguchi escreveu que aquele grande sacerdote Zen tinha o hábito de dizer em voz alta: “Meu Senhor, meu Senhor!” para si mesmo e de responder também por si mesmo: “Pois não, estou aqui, estou aqui”… Quando li isso imediatamente percebi que faço exatamente o mesmo! Percebi que esse “diálogo consciencial” acontece a todo momento com o meu personagem…
    Então, concluo que aquele tal “grande sacerdote Zen” é tão “nuclear” quanto meu atual personagem e que todos “personagens nucleares” tem a mesma mensagem atemporal e que se realizam em compartilhar o que percebem e desfrutam…

    Se quiser estar neste “núcleo”, onde quer que esteja, faça o mesmo, compartilhe!

    Om Sai Ram,
    Silvano

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