“A Mão de Deus”

Compartilho este texto da igreja Unidade, chamado “A Mão de Deus”, de H. Emilie Cady. Namastê!

Texto:

Há apenas uma mão no universo. É a mão de Deus. Sempre que V. tenha sentido que sua mão estava vazia, foi porque V. creu que, de alguma forma V. estava separado de Deus. V. não tem sentido, por vezes, um grande desejo de dar a alguém algo de que tenha necessidade, mas sem ser capaz de fazê-lo? “Oh, se ao menos tivesse dinheiro, como eu aliviaria a ansiedade e o infortúnio! Se estivesse em meu poder, como eu daria rapidamente uma posição lucrativa a este que precisa de trabalho, libertação para aquele que quer libertação de todos liames materiais”, e assim por diante? V. não tem freqüentemente dito: “Se eu pudesse fazê-lo, daria presenteiramente o meu tempo e os meus serviços para os outros sem qualquer pensamento de retribuição?”

De onde pensa V. que lhe vem esse desejo de dar? Da parte mortal que existe em V.? Não, não, é a voz do Dador de todas as dádivas que grita através de V. É o desejo de Deus para dar que se manifesta através de V. Ele, então, não pode dar sempre e em qualquer lugar que o deseje, sem com isso se tornar mais pobre, e, ao contrário, tornando-se mais rico? A sua mão é a mão de Deus. O nosso Pai estende suas mãos dessa maneira, Suas únicas mãos, para distribuir as suas dádivas. Nada temos a fazer com o suprimento. A nossa parte consiste apenas em transmitir a boa dádiva, livremente e sem interrupção. Isso só podemos fazer mediante uma completa consagração (até onde diz respeito à nossa consciência) de nossas mãos, de todo o nosso ser, para o serviço de Deus, o BEM-TOTAL. Quando tivermos dado alguma coisa aos outros, não mais a consideraremos como nossa, mas reconheceremos que ela lhes pertencerá. Assim, essa consciente consagração de nossas mãos a Deus ajuda a reconhecê-las como as mãos de Deus nas quais estão (e não mais “estarão”) a plenitude de todas as coisas.

Quando, pela primeira vez, o total reconhecimento da existência de uma só mão foi dado a uma certa mulher, isso foi tão real que durante horas sempre que ela olhava para a sua mão direita, parecia incapaz de fechá-la, ao que parece, por estar tão cheia, para distribuição, de todas as boas coisas. Ela disse consigo mesma: “Então se isso é verdade, eu tenho, em minha mão, saúde para dar aos doentes, alegria para dar aos enlutados, liberdade para aqueles que estão presos a cadeias, dinheiro para dar aos que dele precisam; apenas será necessário que eu mantenha a mão aberta para que todas as boas dádivas fluam para fora. Para todos os que se acercavam dela naquele dia, em necessidade de alguma coisa, ela dizia: “Aqui está justamente o que V. quer; tome-o, regozige-se. Todas as dádivas estão em minha mão para serem dadas, — é a mão de Deus”.

E o resultado daquele dia de trabalho foi quase espantoso para ela, com tão maravilhosa presteza as exteriores manifestações dos desejos do coração chegavam a todos a quem ela dava sua palavra. Um homem idoso, que durante cinco anos tinha estado em escravidão exterior e exilado numa terra estranha, lá mantido pelas maquinações de outro, e para cujo caso nenhuma lei externa pôde ser de algum auxílio, foi posto em perfeita liberdade, com a mais completa reparação da sua reputação e conseqüente contentamento público, e isso apenas pela palavra da liberdade proferida em seu proveito por aquela mulher naquele dia. Reconhecendo a sua mão como a mão de Deus, ela disse: “Então, nesta mão, estão os papéis de libertação daquele homem”, e, mentalmente estendendo a mão para aquele homem, ela disse: “Aqui está a sua liberdade. É a dádiva de Deus, levante-se e tome-a; levante-se e caminhe; você está livre Depois disso ela deixou tudo com Ele, que invariavelmente concretiza a palavra proferida com fé, e Ele fez com que a visão daquela libertação fosse levada até o plano físico.

“Vós abristes vossa mão e satisfizestes o desejo de todas as criaturas vivas”. V. gostaria de ser capaz de fazer isso? Então mantenha sua mão aberta. Recuse-se a ser embaraçado pelo temor ou pela pobreza, pelo medo da necessidade, pelo medo de que você não será apreciado ou tratado com justiça. Caminhe distribuindo auxílio para todos os que dele precisarem. “Fale apenas a palavra” de dádiva. Será a palavra de Deus proferida pelos seus lábios, e Ele não disse: “Minha palavra não voltará para mim vazia, mas terá realizado aquilo para o qual ela foi enviada?”

Não podemos nos furtar a dar o nosso tempo, o nosso intelecto, o nosso amor, o nosso dinheiro, para aquele que deles precisar, pois a lei é que a retenção faz o homem mais pobre.

“Alguns há que espalham e, apesar disso, se lhes acrescenta mais; e outros que retém mais do que é justo, mas é para sua perda”, disse Salomão.

O suprimento é inexaurível. Seu fluxo, apenas, pode ser limitado pela procura. Nada pode embaraçar a mão que é conscientemente reconhecida como a mão de Deus em seu processo de reabastecimento, com exceção como foi o caso ocorrido com o óleo da viúva, multiplicado por Elias, quando “não houve um vaso para recebê-lo”. Que a aparente vacuidade de sua mão, em alguns momentos, não perturbe a sua fé em nenhuma ocasião. Ela está tão cheia quando V. não vê como quando V. Vê. Continue reconhecendo-a como a mão direita de Deus, na qual todas as boas dádivas, agora, se encontram. Dessa forma V. dará testemunho dEle, que disse: “Provai-me agora e aqui, disse o Senhor dos exércitos, se eu não vos abrir as janelas do céu, vertendo sobre vós uma bênção, de modo que não haverá lugar bastante para recebê-la”.

Certamente que Deus está nos conclamando a “elevarmo-nos ainda mais”. Para todos aqueles que diligentemente estão procurando a verdade pela própria verdade, e não pelos “pães e peixes”, nem tampouco para que possam “dar sinais” àqueles que procuram sinais, Ele está dizendo alto: “Não pensai no que haveis de comer, no que haveis de beber ou naquilo com que haveis de vos vestir. O vosso Pai sabe que tendes necessidade dessas coisas. “Buscai primeiro o Reino de Deus, e as demais coisas serão acrescentadas”. De graça tendes recebido, de graça haveis de dar. Fazei o bem e dai, nada esperando em troca, e dessa forma sereis os filhos do Altíssimo”. Deus está sempre dando, dando, dando, sem qualquer pensamento de retribuição. A doação de Deus é um perfeito fluxo do perfeito amor. Quanto mais alto nos elevamos, tanto mais seguramente pensaremos em dar e não em receber.

Sabemos agora que o dinheiro, casas, terras e todas as coisas materiais, podem chegar até nós, desde que as mantenhamos em nossos pensamentos como nossas; mas isto não é o mais elevado que Deus nos reservou. “Os olhos não viram, nem os ouvidos ouviram, nem entrou no coração do homem o pensamento das coisas que Ele preparou para aqueles que O amam” – o quê? o “eu”? Não, apenas o amar a Ele — àquele Bem mais do que a si próprio. Jesus disse: “Aquele que tiver repudiado casa…ou terras, em meu nome, receberá cem vezes mais, agora neste momento, aquelas mesmas casas…e terras! Aqueles que tiverem repudiado, terão repudiado o eu, aqueles que ousarem deixar as suas mãos sempre abertas para seus irmãos, “fazendo o bem e emprestando, sem nada esperar em retribuição, para eles será a promessa de cem vezes mais
nesta vida.

Deus chamou-nos para sermos seus mordomos. Ele nos escolheu para que fôssemos vasos capazes de carregar o bem para outrem, e é apenas carregando para outros que nós mesmos poderemos ser preenchidos. A lei é “dai e dar-se-vos-á boa medida; recalcada, sacudida e transbordando”. Dê sem pensamento de retorno.

“Mas”, dirá alguém, “deverei dar o meu tempo, meu dinheiro e meus melhores pensamentos para os outros, sem pedir-lhes algo em retribuição? Não é justo!” Dê como Deus dá. Ele não conhece o meu e o teu. Ele diz: “Tudo o que tenho é seu”.

Procure apenas em Deus o abastecimento. Se algo lhe for retribuído, através daquele a quem V. dá alguma coisa, dê graças que assim tenha sido. Mas se nada de visível for dado em retribuição, dê graças, da mesma forma, sabendo que nenhum homem pode se interpor entre V. e o suprimento inextinguível, que é aquele que retém que é empobrecido com isso, e não aquele de quem algo é retido.

“Familiarizai-vos com Deus e ficai em paz: dessa forma o bem chegará até vós. Se devolverdes ao Todo-Poderoso, vós sereis providos, vós haveis de afastar a iniqüidade de vossos tabernáculos. Então haveis de desprezar o ouro como se fosse pó, e o ouro de Ophir como as pedras dos riachos. Sim, o Todo-Poderoso será a vossa defesa e vós tereis abundância de prata”.

Quando tivermos compreendido que Deus é o nosso suprimento e que é dEle que vem todo o nosso auxílio, não mais nos incomodaremos se o “pagamento” será dado por nossos serviços ou não. Saberemos, simplesmente, que todas as coisas agora são nossas, e da plenitude do amor haveremos de dar livremente. A mão de Deus é segura. Sua mão é a mão de Deus agora — hoje. Dê com ela, mentalmente, a todos os que o procurarem, qualquer que seja a sua necessidade. “Confiai nEle e Ele tornará isso realidade”.

One thought on ““A Mão de Deus”

  1. Divinos Personagens,

    Este texto foi compartilhado pelo nosso Amigo Gustavo, e aborda algo essencial, nem sempre tão explícito em outros textos, por isso comento o que segue.

    Em poucas palavras, o ensinamento contido neste texto se condensa em duas frases primorosas:
    Primeira: Há apenas uma mão no universo; é a mão de Deus.
    Segunda: Sua mão é a mão de Deus agora — hoje.

    A percepção consciencial disso desvela o mistério de Deus!

    Antes que conclusões infundadas possam surgir, é preciso ver que o mistério de Deus só é conhecido por Ele mesmo!
    E é o próprio Deus “Quem” o desvela; e o faz a si mesmo!

    É disso que trata este texto! E por isso é tão relevante.

    No “curso de introdução aos ensinamentos do Núcleo” há um esquema de duas colunas, cada uma delas contendo característica do “Eu” [o Ser Real/o autor] e do “eu” [a pessoa/o personagem].
    Este esquema explicita a percepção que tem o autor e como Ele age; e explicita a percepção que tem o personagem e como ele reage…

    Basicamente, a percepção do Ser é a percepção da Consciência; e a percepção do personagem é a percepção de sua mente.
    Estas percepções não vêem a mesma imagem, a mesma realidade!
    O Ser vê apenas a si mesmo, na Realidade consciencial;
    O personagem vê muitos, numa representação mental.

    Todo esse conhecimento está condensado naquela primeira frase:

    “Há apenas uma mão no universo; é a mão de Deus.”

    O que não está dito é que só o Ser vê isso com clareza cristalina!

    Quem percebe que “há apenas uma mão no universo” e que “esta mão é de Deus”, é a Consciência do próprio Deus!

    A mente sequer percebe esta “mão de Deus” porque tudo o que ela percebe está na representação.

    Assim, a segunda frase: “Sua mão é a mão de Deus agora — hoje” também não pode ser percebida pela mente, porque a mente não percebe esse agora, o eterno presente, que não é “representação”.

    Contudo, se estas coisas não podem ser apreendidas pela mente quem as revelou ao autor do texto agora comentado e como alguém pode saber se estas frases são verdadeiras?
    Este é o mistério de Deus, que só é revelado a si mesmo!

    Neste ponto cabe compartilhar a grande sutileza dessa revelação:
    Deus não está revelando seu mistério a outrem!

    E este texto, compartilhado pelo Gugu, é primoroso porque aborda esta sutileza e elucida algo sumamente relevante, neste trecho: “De onde pensa V. que lhe vem esse desejo de dar?
    Da parte mortal que existe em V.?”

    No esquema de duas colunas do citado “curso de introdução” esta “parte mortal que existe em V.” refere-se à coluna do personagem, e não à coluna do Ser!

    E é desta parte, que se refere à “coluna do Ser”, que o próprio texto responde de onde vem o desejo de dar! Nestes termos: “Não, não, é a voz do Dador de todas as dádivas que grita através de V. É o desejo de Deus para dar que se manifesta através de V. ”

    Fica claro que a revelação contida neste texto, agora comentado, as respostas e o ensinamento estão vindo da parte do Ser, enfatize-se, do Ser real, da essência de Quem somos! E deve ficar claro que é essa “parte do Ser” em nós, a Consciência, que percebe tudo isso!

    O que acontece é que a mente está condicionada e não percebe a realidade divina, a onipresença, a “mão de Deus”. Assim ela só vê o que se apresenta na representação como possibilidades. Porém, as “possibilidades” vistas pela mente revelam ser totais “inexistências” quando nos abstraímos das percepções mentais condicionadas, seja da mente do nosso próprio personagem ou da mente de outros personagens. Exemplifico com uma experiência compartilhada com o próprio Gugu: Estávamos jantando num shopping de Brasília e ele educadamente me deu duas opções sobre o que fazermos a seguir. A primeira seria darmos uma volta pra eu conhecer melhor o shopping; e a segunda, seria ele me levar pra eu conhecer a Leila, que havia me convidado para dar uma palestra sobre o Núcleo, marcada para o dia seguinte. Então, disse ao Gustavo, gentilmente: “Gugu, não me leve a mal, mas essas opções são para mim irreais por serem ambas mentais; são completo “nada”; são “inexistências”! E expliquei: Não sigo o que a mente dos personagens engendra. Portanto, sei que há outra sequência de eventos que está prestes a suceder e devemos ficar atentos!” Assim que o Gugu se recompôs da surpresa e do espanto ele disse algo como: “Então tá… Vamos ficar aqui sentados fazendo nada…” Instantes após ele olhou para o lado e reconheceu alguém, a Gabi [Castro], que naquele dia estava fazendo aniversário! Aconteceu que antes de estarmos no shopping eu havia pedido que o Gugu me levasse a uma livraria, para comprar exemplares do livro “Abrindo Portas Interiores”, para dar de presente a aniversariantes da semana… Assim, estava com alguns exemplares deste livro no carro antes de chegarmos no shopping… Foi assim que a Gabi recebeu o presente de aniversário! Foi abençoado ver “a mão de Deus” fazer tudo aquilo; preparar toda a ambiência do diálogo; sincronizar aquela sequência de eventos; e beneficiar a todos nós com esta manifestação de Sua onisciência!
    Por isso o texto comentado contém a revelação de que: “A sua mão é a mão de Deus. O nosso Pai estende suas mãos dessa maneira, Suas únicas mãos, para distribuir as Suas dádivas.”

    E adverte: “Que a aparente vacuidade de sua mão, em alguns momentos, não perturbe a sua fé em nenhuma ocasião. Ela está tão cheia quando V. não vê como quando V. Vê. Continue reconhecendo-a como a mão direita de Deus, na qual todas as boas dádivas, agora, se encontram. Dessa forma V. dará testemunho dEle, que disse: “Provai-me agora e aqui, disse o Senhor dos exércitos, se eu não vos abrir as janelas do céu, vertendo sobre vós uma bênção, de modo que não haverá lugar bastante para recebê-la”.

    O texto mostra ainda o “caminho das pedras”, como perceber esse Deus em nós, ao se referir: “aqueles que diligentemente estão procurando a verdade pela própria verdade, e não pelos “pães e peixes”, nem tampouco para que possam “dar sinais” àqueles que procuram sinais, Ele está dizendo alto: “Não pensai no que haveis de comer, no que haveis de beber ou naquilo com que haveis de vos vestir. O vosso Pai sabe que tendes necessidade dessas coisas. “Buscai primeiro o Reino de Deus, e as demais coisas serão acrescentadas”. De graça tendes recebido, de graça haveis de dar. Fazei o bem e dai, nada esperando em troca, e dessa forma sereis os filhos do Altíssimo”.

    Citei um pequeno exemplo de coisas que Deus nos reserva se nos abstraímos da mente, da percepção de que nossos planos mentais são realidades quando em verdade são inexistências. O texto revela: “isto não é o mais elevado que Deus nos reservou. “Os olhos não viram, nem os ouvidos ouviram, nem entrou no coração do homem o pensamento das coisas que Ele preparou para aqueles que O amam”

    Temos acentuado tanto a importância do ato de compartilhar. Sobre isso o texto diz: “é apenas carregando para outros que nós mesmos poderemos ser preenchidos. A lei é “dai e dar-se-vos-á boa medida; recalcada, sacudida e transbordando”. Dê sem pensamento de retorno.

    E também temos acentuado a importância de não reagirmos aos personagens mas sempre interagirmos com Deus. Sobre isso o texto diz: “Familiarizai-vos com Deus e ficai em paz: dessa forma o bem chegará até vós. Se devolverdes ao Todo-Poderoso, vós sereis providos, vós haveis de afastar a iniqüidade de vossos tabernáculos. Então haveis de desprezar o ouro como se fosse pó, e o ouro de Ophir como as pedras dos riachos. Sim, o Todo-Poderoso será a vossa defesa e vós tereis abundância de prata”.

    Ademais, sobre o principal, a percepção que deve ser ativada, que deve prevalecer é esta: “Quando tivermos compreendido que Deus é o nosso suprimento e que é dEle que vem todo o nosso auxílio, não mais nos incomodaremos se o “pagamento” será dado por nossos serviços ou não. Saberemos, simplesmente, que todas as coisas agora são nossas, e da plenitude do amor haveremos de dar livremente.

    Por fim, o trecho que contém a segunda frase completa este belo e profundo texto: “A mão de Deus é segura. Sua mão é a mão de Deus agora — hoje. Dê com ela, mentalmente, a todos os que o procurarem, qualquer que seja a sua necessidade. “Confiai nEle e Ele tornará isso realidade”.

    Agradeço Àquele que “aparece como” nosso Amigo Gustavo, que compartilhou; e assim tendo feito, através de sua mão… nos fez chegar este texto.
    Mas, agora sabemos que:
    “Há apenas uma mão no universo; é a mão de Deus.”
    E sabemos também que:
    “Sua mão é a mão de Deus agora — hoje.”

    Obrigado,
    Namastê,

    Através de Silvano

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