Felicidade constante

“(…)

Ninguém se decide contra a sua própria felicidade, mas pode fazê-lo quando não vê que é  isso o que está fazendo. E se vê a sua felicidade como alguma coisa em mudança constante, agora isso, agora aquilo, e agora uma sombra fugidia que não está ligada a coisa alguma, ele de fato se decide contra a felicidade.

A felicidade fugidia ou a felicidade em forma mutante, que se desloca com o tempo e o lugar, é uma ilusão que não tem significado. A felicidade tem que ser constante, porque ela é alcançada pela renúncia ao desejo do inconstante. A alegria não pode ser percebida, exceto através da visão constante. E esta só pode ser dada àqueles que desejam a constância. O poder do desejo do Filho de Deus permanece sendo a prova de que ele está errado quando se vê como impotente. Deseja o que queres e o contemplarás e pensarás que é real. Todo pensamento tem apenas o poder de libertar ou matar. E nenhum pensamento pode deixar a mente do pensador ou deixar de afetá-lo.”

Livro “Um Curso em Milagres” – LT pág. 460

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